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Top Hotel: ACE Hotel-NY

Não quero parecer que descobri a America, até porque este hotel está longe de ser a última novidade de NY, mas você já conhece o Ace Hotel?

Ace Hotel New York

Poucos brasileiros gostam de se aventurar para a região que eu gosto de chamar de “Lower Midtown” (mesmo não existindo exatamente esta definição). O ponto é, o hype fica logo ali! Na 29th, entre a 5av. e a Broadway. Ele não é um hotel boutique, até porque os seus donos não saibam exatamente o que isso significa. Também não chega a ser um hotel design, já que você não vai encontrar uma peça sequer do Phillipe Stark ou do Karim Rashid perdida entre o lobby e o elevador. Aqui é “acrílico free”. Então o que é? Em qual categoria se encaixa o Ace Hotel? Acho que está mais para decadence avec elegance!

Ace Hotel New York

O prédio de 1904 foi totalmente reformado pela empresa de design Roman & Williams, e preserva ainda um ar industrial do período da lei seca. Já os quartos têm um que de anos 20 com rock&roll. Tudo simples, mas de muito bom gosto. Falando em rock, nos quartos há uma guitarra à disposição dos hóspedes. Então é só se hospedar e libertar o rockstar dentro de você!

Ace Hotel New York Loft room

O preço é a melhor parte. Tem para todos os bolsos! O quartos são divididos em small, medium e large. Ainda há as opções extremas, para as pessoas que estão faltando ou sobrando $$$, como o bunker e o loft.  O Double Medium (que acomoda até 4 pessoas) custa em torno de 250 dólares a diária.

Ace Hotel Medium Room

Ace Hotel Medium Room

Ace Hotel Bunk Room

O lobby já virou hotspot do happyhour nova-iorquino. Recomendo a bebida de vodka, champagne e licor de hibiscos!  E no fim de semana, freqüentemente rolam apresentações de bandas locais. Resumindo, o lugar lota!

Lobby Ace Hotel

Fica lá também o restaurante THE BRESLIN, de April Bloomfield and Ken Friedman, a.k.a The Spotted Pig. O restaurante é parada obrigatória na cidade. Não deixe de provar o hamburguer de cordeiro com queijo feta! Sensacional. Eles ainda servem um café da manha para inglês nenhum botar defeito. Ovos, lingüiças, panquecas de limão e por aí vai… Já que você está de férias, não é hora de pensar em dieta!

Restaurante The Breslin Ace Hotel

Restaurante The Breslin Ace Hotel

Por falar em comida, o hotel tem ainda uma filial do famoso café STUMPTOWN COFFEE ROASTERS (prove a rabanada de amêndoas, bastante doce, but who cares?), o restaurante ou  bar de frutos do mar THE JOHN DORY e a casa de sanduiches NO. 7 SUB SHOP. Tá bom ou quer mais?

Stumptown Ace Hotel

The John Dory Ace Hotel

Mas já que NY não é nada sem compras, fica ali mesmo, dentro do hotel, uma das filiais da loja mais hype da cidade, a OPENING CEREMONY e a loja conceito PROJECT NO.8.

Openning Ceremony Ace Hotel
Resumindo, um hotel pra-lá de Cool. Loby cool, quarto cool, hóspede cool, funcionários very very cools. Ufa, faz a gente até sentir falta de um ro-co-có. Na sua próxima ida a NY, partiu Ace Hotel!

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Tá na mesa: Burger Joint x Shake Shack – NY

Se o assunto for Cheeseburger ou X-burguer (como vocês preferirem), os americanos são imbatíveis na sua manufatura! Não é a toa que eles são a nação Junkfood.  Qualquer espelunca ao restaurante mais chique tem a sua versão para o bom clássico pão, carne e queijo, e infelizmente (felizmente para alguns!), infinitamente melhores que os nossos.  Por isso na minha última visita a NY, resolvi conferir e comparar, os sanduíches do Burger Joint e do Shake Shack, eleitos todos os anos pela revista NyMag como os 2 melhores da cidade.

Na verdade não existe um melhor, as opiniões são sempre diversas. Conversando com três amigas esta semana, cada uma preferia um lugar. A Marcela Cimino do http://firststepsinny.blogspot.com prefere o Shake Shack, já a Roberta Whately e a Lelê Saddi do www.blogdalelesaddi.com.br preferem o Burger Joint. Bom o fato é o seguinte, tem que ir lá e conferir!

A entrada do Burger Joint é literalmente atrás da cortina.

Para mim, em relação ao ambiente prefiro o Burger Joint. Ele fica literalmente escondido atrás de uma cortina dentro do Hotel Le Park Meridian. Provavelmente, quando você entrar no hotel, a última coisa que você irá imaginar, é a existência de uma lanchonete estilo trash lá dentro. Já o Shake Shack lembra qualquer lanchonete que você já viu.

Interior do Burger Joint.

Interior do Shake Shack.

No quesito batata-frita, acompanhamento indispensável, o Shake Shack ganha. Principalmente, por que você pode ainda adicionar queijo cheddar em cima dela. (Mas a melhor ainda é a do Mc Donalds!)

Quanto ao Milkshake, bebida oficial para todo bom apreciador de cheeseburger, o BurgerJoint levou a melhor por pouco!. Mas calma, o nosso bom e velho Ovomaltine o Bob’s ainda é o melhor (ainda que a qualidade não seja mais a mesma. Quem toma sempre sabe!)

O cheeseburger e a batata-frita com chedar do Shake Shack.

Finalmente, no quesito principal, eu preferi o do Burger Joint. A carne estava com mais gosto de churrasco e o sanduíche menos gorduroso. Mas vale sempre lembrar, que a fome faz a comida!

Bom apetite!

Cheeseburger completo do Burger Joint.

Burger Joint  – Le Park Meridian  -119 W 56th St, New York – (212) 708-7414

Shake Shack  – tem 3 endereços  – www.shakeshack.com

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Tá na mesa: Teste seus conhecimentos sobre Nova York.

Pessoal, recebi de um amigo este texto do Washington Olivetto publicado na revista Gosto e no blog dele http://bloglog.globo.com/washingtonolivetto/com dicas de restaurantes na cidade. Achei uma visão bem humorada e inteligênte dos restaurantes citados. 

Verifique se você reconhece os lugares e depois confira se acertou no pé da página.

 – Restaurante italiano que exige a quem faz uma reserva a assinatura de um contrato, optando por um dos dois menus degustação, confirmando dia e horário da reserva, informando o número do cartão de crédito para debitar o valor da conta e dando o “de acordo” para as multas em caso de desistência ou não comparecimento na hora marcada.

 – Restaurante grego que não quebra pratos, quebra as melhores expectativas. Seus peixes chegam vivos em contêineres de água salgada, diariamente, do Mediterrâneo.

  – Bistrô histórico de Paris comprado por Alain Ducasse e, desde o ano passado, aberto também em Nova York com o mesmo nome, mas sem a mesma qualidade. A comida parece catering de avião. Uma bobagem.

– Considerado por alguns o melhor brunch da cidade, por outros o melhor oyster bar da cidade e por outros o melhor happy hour da cidade.

– Casa de carnes centenária, onde o cartão de credito foi inventado, mas que jamais aceitou cartões de credito, só dinheiro vivo ou o cartão que leva o nome da própria casa.

– Japonês idiossincrático que não admite atrasos nas reservas (nem de cinco minutos) e recomenda que alguns de seus peixes só sejam comidos no balcão, porque, segundo ele, esses peixes perdem o sabor no trajeto até a mesa.

– Novo restaurante da moda, localizado num grande centro cultural, onde você pode comer olhando esculturas do mestre Henry Moore.

– Lugar que tem os melhores cachorros-quentes de Nova York, mas que tem também muitos imitadores fajutos com nomes parecidos.

 – A comida é moderna (se é que isso existe), o museu ao lado é moderno (faz tempo) e o nome também é moderno.

 – Excepcional botequim de comida francesa pertencente a um chef que tem também vários outros lugares famosos, incluindo um dos mais prestigiados cinco estrelas da cidade.

 – Restaurante de um italiano conhecido por sua simpatia e suas Ferraris, que também era sócio de um bar (localizado ao lado do seu restaurante e frequentado por lindas modelos) e que agora recomenda aos clientes do restaurante que não pisem nesse bar, pois brigou com o sócio que, segundo ele, é um vagabundo.

 – Fica ao lado do quase secreto e bastante bestinha hotel The In At Irving Place e é considerado o melhor espanhol (de tapas) da cidade.

 – Para alguns someliers, tem a melhor carta de vinhos da cidade; para alguns chefs famosos, a melhor comida. Nunca esteve na moda, mas se mantem firme e forte há anos. Frequentado pelos que não querem ver nem ser vistos.

 – Famoso por seu bar onde foi filmada uma das cenas do clássico “Farrapo Humano”. Mais famoso ainda por causa do seu hambúrguer. Lugar clássico de Midtown que agora tem filiais com a mesma cara, mas sem o mesmo carisma, em frente ao Lincoln Center e ao Battery Park.

 – Inicialmente, era um reduto de gays ainda dentro do armário. Frequentado por Andy Warhol e seus amigos e também por estrelas de cinema como Marilyn Monroe, que morava quase ao lado. Hoje, a frequência é de papais, mamães e filhinhos alucinados por seus sundaes e frozens hot chocolates. 

 – Atualmente, é a segunda reserva mais difícil de Nova York. Fundado originalmente em 1937, badalado durante anos, quebrado durante outros anos e agora comprado e revitalizado por Keith McNally’s, dono de outros lugares bem-sucedidos, como os manjadíssimos Balthazar e Pastis. Serve um hambúrguer especialíssimo e um filet mignon com tutano (incluindo os enormes ossos em cima) inacreditável. Tem um purê de batatas e queijo delicioso chamado Aligot e uma carta de vinhos secreta à disposição dos mais espertos.

 – Há muitos e muitos anos, é a primeira reserva mais difícil de Nova York. Se você ligar hoje, vai ouvir que só em 2012. Se ligar no primeiro minuto de 2012, vai ouvir que só em 2013. Se ligar em 2013, vai ouvir que só em 2014. E assim por diante. Desde 1896, só pra quem é da turma. E você não é da turma.

 

 Em ordem de citação, de cima pra baixo: Del Posto: 10th Ave com a 16th St (212-497-8090) – Milos: 55th St, entre a 6th e a 7th Ave (212 245-7400) – Benoit: 55th St, entre a 5th Ave e a Avenida das Américas (646-943-7373) – Aquagrill: 210 Spring St com a Avenida das Américas, no Soho (212 274-0505) – Peter Luger: 178 da Broadway, no Brooklyn (718 387-7400) – Sushi Yasuda: 43rd St, entre a 2nd e a 3rd Ave (212 972-1001) – Lincoln: no Lincoln Center (212 359-6500) – Gray’s Papaya: 8th Ave, esquina com a 37th St (212-904-1588) – The Modern: 53 St, ao lado do MoMa (212 333-1220) – Bar Boulud: 1.900 da Broadway, quase em frente ao Lincoln Center (212-595-0303) – Da Silvano: 260 da Avenida das Américas, entre a Bleecker e a Houston St (212-982-2343) – Casa Mono: 17th St, entre a Irving Place e a 3rd Ave (212 253-2773) – Veritas: 20th St, entre a Park Ave e a Broadway (212 353-3700) – P.J. Clarke’s: 3rd com a 55th St (212-317-1616) – Serendipity: 60th St, entre a 3rd e a 2nd Ave (212-838-3531) – Minetta Tavern: 113 MacDougal St, no Village (212 475-3850) – Rao’s: 114th St, no East Harlem (212 722-6709).

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Let’s drink! – NY

Todo bom bar em NY que se preze, tem que ficar em um buraco ou atrás de uma porta velha, no lugar mais inesperado possível. Desta vez fui visitar dois novos que não fogem à regra.

 O primeiro é o The Mulberry Project, no coração de Little Italy. Sua entrada fica logo abaixo de uma loja de bolsas, no subsolo do pequeno prédio. O bar é super pequeno, mas mega descolado. Todos os drinks são feitos pelo barman que lhe pergunta somente o tipo de bebida que você gosta, como vodka ou saque e se você deseja algo mais azedo ou amargo. Depois disso, é só aguardar algo como vodka com  uvas brancas, pepino e limoncello ou morango com gengibre e água de rosas.

A foto está meio tosca, mas da pra ver o clima do lugar. É pequeno mesmo!

O segundo bar é o Apotheke, no meio de Chinatown. Ele fica atrás da porta de um prédio praticamente abandonado, cercado de diversos restaurantes chineses. Provalvelmente você irá se perguntar mais de uma vez se você está no lugar certo. Dentro, o bar é a reprodução de uma antiga farmácia austríaca do século 19. Todos os barmans usam jalecos e os drinks são separados por Healthy & Beauty, Stress Relievers, Pain Killer, Stimulants, Aphrodisiacs entre outros.   Vale a pena uma visita! Mas beba com moderação.

Abs,

Tauan

The Mulberry Project  – 149 Mulberry Street tel: (646) 448-4536

Apotheke  – 9 Doyers St tel: (212) 406-0400

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Tá na mesa: The Fat Radish – NY

A minha última descoberta gastronômica na terra do tio Sam foi o The Fat Radish. Localizado entre Chinatown e o Lower East Side, o restaurante tem como proposta apresentar a antiga culinária Americana, com pratos saudáveis e orgânicos. A comida é simplesmente deliciosa e o ambiente lembra um antigo mercado londrino de Covent Garden. O cardápio muda constantemente de acordo com a disponibilidade dos mercados locais e todos os pratos são extremamente bem servidos. Vale a pena dividir!

Os críticos da noite: Marina Magalhães, eu e Renata Franceschi.

Como éramos três, fomos informados que duas entradas e dois pratos seriam mais do que suficientes (e foram!). Começamos com o Scoth Egg, um ovo pochê envolto em carne de porco e posteriormente frito. Ele vem servido com mostarda em grãos e pickles. Simplesmente delicioso (isso foi apenas um aperitivo, só para abrir o apetite!).

Scoth Egg – só pra começar!

Em seguida pedimos o excelente Beet Crumble, uma espécie de terrine de raízes (beterrada, cenoura e batata) com queijo de cabra, cheddar envelhecido (não esse processado tipo polenguinho que a gente come no Brasil) com uma farofa de macadamia e uma Pot Pie  de aipo (olha que eu nem sou muito fã de aipo), o melhor prato da noite.

Beet Crumble

Pot Pie

De prato principal, fomos de MonkFish (tamboril), que vinha acompanhado de arroz selvagem e chutney de feijão e o pato glaceado no mel com abóbora. Para finalizar essa orgia gastronômica, pedimos o Chocolate Bread Pudding. Se você estiver indo para lá, não deixe de visitar. Mas reserve antes.

Monkfish

 

Lá, até o refrigerante é orgânico. E é bom!

Abs,

Tauan

The Fat Radish  – 17 Orchard Street – (212) 300-4053 http://thefatradishnyc.com

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Tá na mesa: Locanda Verde – NY

Já tinha ouvido diversos elogios desta tratoria italiana no TriBeCa, comandada pelo chefe Andrew Carmeline (ex – Gramercy Tavern e Café Boulud). O Locanda Verde fica dentro do excelente The Greenwich Hotel (esqueci de colocá-lo na lista de hotéis) de propriedade do ator Robert De Niro. A comida é realmente boa, e o ambiente super agradável. Uma ótima opção para o almoço.  Onde, dependendo da hora, não precisa nem de reserva, algo raro na cidade. De entrada, eu pedi o Steak Tartar trufado (muito bom!). De prato principal comi Oricchette com liguiça caseira de pato e brócolis, uma delícia. Para finalizar, torta de chocolate com pistache (e não me venha com fruta, porque fruta não é sobremesa!). Vale a pena uma visita!

Steak Tartar trufado.

Oricchette com liguiça de pato e brócolis.

Torta de chocolate e pistache.

The Greenwich Hotel:

Abs,

Tauan

Locanda Verde – 377 Greenwich Street – (212) 925-3797 – www.locandaverdenyc.com  

The Greenwich Hotel – 377 Greenwich Street – (212) 941-8900 – www.thegreenwichhotel.com

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